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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Novos Parceiros: VGHQ

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Crazers da minha vida,

O Super Crazy World acaba de selar mais uma aliança, desta vez com nossos amigos Marcelo Pudell nosso caro Obelix ou Hagrid o que acharem mais conveniente e Marcello Tabini tambem conhecido como Samwise, pela aparência física e não pela opção sexual do site VGHQ Brasil.

O site deles e muito bom e conta com sessões que fazem a alegria da galera, caso de Old Stuff que traz sempre jogos que fizeram e fazem a alegria da galera.Esta semana temos um video muito bom de Mario Bros e como seria se o game tivesse como protagonista Ryu Hayabusa de Ninja Gaiden.

O site conta com diversas atualizações durante o dia e os fãs de games podem conferir tudo o que há de novo sobre as mais diversas plataformas e ficando sempre atualizados.Em breve o site contará com um podcast de nome Area 51 que além dos Marcelos, (gestores do site), contará tambem com a presença da galera aqui do SCW - SCN (mais especificamente quem vôs fala Ricky*, BarrosoPC e David).

O podcast conta, num bate papo bem descontraido, os primórdios do video game e será dividido em duas partes, a primeiro do Pong ao SNES/Gameboy e o segundo dos consoles 32 bits até a geração atual.

A gravação ainda está em fase de edição e em breve o link para download já estará disponível no site do VGHQ, tambêm estaremos divulgando aqui a data de lançamento do Area 51.

Fica a Dica...

Acessem: VGHQ Brasil

ATUALIZAÇÃO POR BARROSOPC

Nasceu o tão aguardado Podcast e o nome é: Do Píxel ao Polígono.

Confiram o Post em: Área 51 - VGHQ

Ou Faça o Download Aqui: Download Área 51 - Do Pixel ao Poligono

É isso ai. Se Gostarem comentem aqui e no post do VGHQ

Today's Quote: "Tudo criado no ovomaltino, no leite com pêra." - Gil Brother - Hermes e Renato
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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Que Mario?

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Crazers Readers,

Estamos aqui reunidos, mais uma vez para falarmos de mais um de nossos assuntos considerados nerds por muitos, porem, que fazem a alegria do dia a dia de grande parte da população mundial, sim caros leitores, eu disse POPULAÇÃO MUNDIAL. E nossa personalidade de hoje juntamente com Bill Gates estão no seleto grupo de pessoas que conseguiram a dominação mundial (coisa que muitos vilões e até mesmo Pinky e Cérebro não conseguiram). Deixando a rasgação de seda pra lá, estamos aqui para falar do gênio na arte do designer de games Shigeru Miyamoto.

Shigeru é o criador de Mário (que Mário?), Donkey Kong, Zelda e Pikmin, e não é o criador de Metroid, Kid Icarus, Megaman, Kirby ou Sonic como MUITOS acham (muito menos Presidente da Nintendo e provavelmente nunca vai ser).

A palavra é ESTÁGIARIO

Antes de Shigeru Miyamoto ser a cruza de Michael Jackson com Steven Spielberg que ele é, ele era só um mimadinho que fazia meia duzia de rascunhos de brinquedos e hello kittys deformadas, até que um fato aconteceu, Hiroshi Yamagushi (esse sim Presidente da Nintendo) decidiu atacar o mundo dos arcades com um arcade que com certeza dominaria o mundo: Radar Scope
Porém, apos um teste num bar da esquina, o arcade se provou um fracasso imenso, e eles notaram que tinham 10 mil pesos de papel encalhados, e resolveram jogar a culpa no próximo trouxa que passasse por ali, a esse foi Shigeru Miyamoto.
Eles passaram toda a responsabilidade pela programação e marketing do jogo pro pobre coitado, e esperavam que ele simplesmente iria se embananar e toda a culpa iria recair sobre ele, e certas bundas não seriam chutadas, mas o inusitado aconteceu,numa noite, Shigeru sonhou com um bigode redondo que proferiu as seguintes palavras "vá a guerra com esse bigode, e você ganhará", a mensagem se referia a uma guerra que o Miyamoto deveria ter feito, mas ele entendeu tudo errado e fez Donkey Kong,que foi um sucesso tão esmagador, que o improvável fato deles terem que fabricar mais daqueles "pesos de papel" se tornou real.

Trunfos de Miyamoto

Mário Bros


Mario

Em torno de 1980, Shigeru Miyamoto estava desenvolvendo seu primeiro jogo eletrônico. Baseado no Popeye( em que Popeye tinha que salvar Olive Oyl de Brutus), sua intenção era tornar a Nintendo popular na América. O jogo foi escrito, mas logo depois a Nintendo perdeu os direitos do personagem Popeye. Miyamoto foi então solicitado para projetar um novo jogo baseado em suas próprias ideias. O resultado foi Donkey Kong, estrelando um personagem substituto de Popeye chamado "Jumpman" (que basicamente pulava de nível em nível, daí o nome) que tentava resgatar a namorada Pauline (substituta de Olive Oyl) do gorila Donkey Kong (substituto de Brutus). Mais tarde, alguém da Nintendo notou que Jumpman tinha uma impressionante semelhança com Mario Segalli, o senhorio italiano do escritório da Nintendo em Nova York. Foi o que levou a se alterar o nome Jumpman para "Mario". Há rumores de que o nome de Luigi foi criado com a existência de um restaurante italiano, ao pé da sede da Nintendo, chamado "Mario & Luigi's"mas não foi confirmado. O próximo jogo de Miyamoto, Donkey Kong Jr, estreou o nome "Mario". Este jogo também é o único a estrelar Mario como um vilão (o filho de Donkey Kong o caçava). Originalmente um carpinteiro, Mario logo passou a ser considerado um encanador (pelos canos do jogo Mario Bros) e depois a um super-herói (pelo jogo Super Mario Bros 3). Hoje em dia, juntamente com Luigi, ele pode ser considerado um super-herói encanador. É digno de nota que Mario tem semelhança incrível com Hercules, um personagem encanador de desenhos animados dos estúdios Walter Lantz, mas que só apareceu em dois desenhos até hoje: Plumber of Seville e Goofy Gardener, ambos de 1957.

Luigi

Inicialmente, Luigi era um "clone" de Mario, apenas com mudanças na paleta de cores, mas, através dos anos, Luigi começou a ser mais conhecido e conquistou fãs. Com isso, a Nintendo foi mudando suas características com o tempo.
Atualmente está certo que Luigi é mais alto, mais magro e mais covarde que Mario, mas, se seu irmão está em perigo ou em alguma situação de risco, demostra determinação e coragem, a ponto de enfrentar todos os desafios.
Por muito tempo, Luigi não participava das aventuras junto a Mario, e propõe-se, a partir de um comentário no jogo Mario & Luigi: Superstar Saga, que ele fique "cuidando da frente da casa" quando não participa das aventuras. A comprovação vem em Paper Mario (N64), em que Luigi fica sempre aos arredores da casa enquanto o jogador se aventura. Atualmente, é comum ver Luigi ao lado de seu irmão em suas aventuras. Desde as origens foi um personagem alternativo para o segundo jogador, mas em jogos atuais, os jogadores podem inverter este caso. Por causa disso, a Nintendo ultiliza em seus jogos atuais esse fato como fonte de humor, pois Luigi nunca participava das aventuras junto com o irmão, e, assim, como o segundo jogador era menos conhecido, os personagens novos na série, ou personagens mais tradicionais, como Bowser ou os Toads, acabam esquecendo quem ele é ou até mesmo não o reconhecem, chamando-o de "Sr. Esverdeado" ou "Mario Verde", como citado em Mario & Luigi: Superstar Saga e Super Mario 64 DS.Em 2001, Luigi protagonizou seu primeiro game, Luigi's Mansion que vinha junto com o finado Game Cube.

Bowser

O Rei Bowser Koopa, conhecido no Japão como Daimaō Koopa, ou somente Bowser, é o principal vilão do universo Mario, consagrada franquia da Nintendo, e também um dos mais famosos vilões da empresa. Ele é o Rei de todos os Koopas (uma espécie similar a tartarugas super-desenvolvidas) e tambem o lider da organização criminosa conhecida como Koopa Troop, uma organização composta por diversas criaturas além dos Koopas identica à Kremling Krew, a organização de King K - Rool - uma das mais poderosas organizações criminosas de Mushroom World.
Geralmente, Bowser rapta a Princesa Peach, e os irmãos Mario e Luigi rumam para salvá-la. Bowser apareceu nos games pela primeira vez em Super Mario Bros e continuou como arqui-inimigo de Mario desde então. Suas aparições não foram, entretanto, apenas como vilão. Em alguns jogos Bowser faz o papel humorístico (como em Paper Mario:The Thousand-Tear Door) ou até como parte da equipe (com Super Mario RPG: Legend of Seven Stars e Super Mario Kart). O objetivo de Bowser ao raptar Peach ainda não foi esclarecido, mas alguns jogos afirmam que Bowser tem uma queda por ela, como em Paper Mario, na cena em que Peach lê o diário de Bowser: "Eu espero que ela goste de mim." e em outra cena do Paper Mario existe uma sequêquencia de perguntas e uma delas é "What's the name of the person who King Bowser really loves?"(Qual é o nome da pessoa que o Rei Bowser realmente ama?) e a resposta é "Princess Peach".

Legend of Zelda

Link

Link
é o protagonista principal da série The Legend of Zelda da Nintendo.Além dos jogos, a série já teve quadrinhos, mángas e até um série de desenho animado.
Na maioria dos jogos Link é um jovem garoto de 7 a 12 anos, mas em alguns títulos da série ele é um homem de 17 a 19 anos. O objetivo principal de Link normalmente é salvar Hyrule e a Princesa Zelda do antagonista da série Ganon, mas em alguns dos jogos sua história é completamente diferente(Um bom exemplo é Majora's Mask, em que Link deve salvar a terra de Termina antes que a lua caia na terra e destrua o mundo).

Princesa Zelda


A Princesa Zelda é a personagem-título da série da Nintendo, The Legend of Zelda. É membro da família real de Hyrule.
Apesar de estar no título do jogo, o personagem jogável é o Link (citado acima), que geralmente tem como missão resgatar a própria Zelda do vilão do jogo. Em The Legend of Zelda: Ocarina of Time para o Nintendo 64, em um momento ela se disfarça de Sheik, um garoto sobrevivente dos Sheikahs, uma raça extinta, para tentar fugir das garras do vilão Ganodorf.
Zelda aparece já no primeiro jogo da série The Legend of Zelda (NES) onde precisa ser salva por Link. Ela se transformou em uma das personagens femininas mais conhecidas dos videogames: assim como Samus Aran, Peach e Daisy, Zelda faz milhares de fãs em todo mundo. Aparece também em jogos como Super Smash Bros Melee (Game Cube) e Brawl (Wii).



Ganon


Em sua primeira aparição, em The Legend of Zelda, o vilão tinha seu nome grafado Gannon. Sua história era desconhecida até o terceiro jogo da série, The Legend of Zelda: A Link to the past, que estabeleceu seu nome completo como Ganondorf Dragmire (o sobrenome não aparece nas versões japonesas), e The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que sendo o primeiro jogo cronologicamente, criou suas origens como guerreiro Gerudo. Apenas quatro jogos não tem Ganon/Ganondorf como vilão principal - sendo que em The Legend of Zelda: Link's Awakeking, durante o confronto final com o antagonista Dethl, uma das formas que ele assume é "Ganon's Shadow".

Donkey Kong

Donkey Kong

Donkey Kong é um gorila, personagem de um game criado em 1981 por Shigeu Miyamoto.
Existe uma landa urbana que diz que o primeiro nome Donkey Kong é uma má-tradução de monkey ("macaco"). No entanto, a verdade é que Miyamoto escolhera donkey ("burro") porque representa a "estupidez do macaco".

Originalmente vilão de um jogo para arcade, no qual o jogador deveria salvar a princesa raptada pelo gorila. O jogo foi um enorme sucesso e acabou por dar origem ao famoso mascote da Nintendo, Mario.
Em 1982, a Universal Studios processou a Nintendo por achar Donkey Kong muito parecido co, sem saber que King Kong já entrara para domínio público. Foi considerado um dos grandes vacilos da história dos video jogos.
Donkey tornou-se herói em Donkey Kong Jr., onde o seu filho vai salvá-lo de Mario (personagem principal no jogo anterior). Em Donkey Kong 3, Kong invade uma estufa e é perseguido pelo seu dono.
A série Donkey Kong Country criou toda uma família Kong, a começar por Cranky Kong, avô de Donkey Kong e é o Kong "original" que lutara com Mario no arcade. Cranky é casado com Wrinkly Kong. Em DKC Donkey Kong tem a ajuda do amigo Diddy Kong, que em DKC2 vai resgatar Donkey com a namorada Dixie Kong. Dixie estrela DKC3 junto com Kiddy Kong. Há também o mecânico Funky Kong e os amigo Tiny Kong , Chuncky Kong e Lanky Kong de DK64. Todos os outros Kongs que aparecem nos jogos ainda não têm relacionamento comprovado.
King K-Rool

King K.Rool antagonista central da série Donkey Kong Country, seu nome é trocadilho da palavra "cruel",Ele sempre atua como Final-Boss dos games de DKC sendo análogo ao Bowser da Mario. K.rool é o rei psicótico do Kremlings, crocodilos que vivem causando problema a Donkey Kong e seus amigos.
Ele é o mestre dos disfarçes e assume várias personalidades, ele é reconheçido pelo seu Tic no olho esquerdo , sua barriga dourada e seu umbigo e o brilho de sua barriga é reluzente como sua coroa , vive com uma imensa capa vermelha e tem o costume de muitas fantasias umas delas é:
Kaptain K.Rool: negociado a capa,usa uma trincera e um casaco castanho e troca a coroa para um chápeu de capitão Baron K.Roolenstein: Ele utiliza uma jaleco de laboratório branco cobrindo o corpo inteiro e uma mochila verde nas costas com uma helice de helicoptero
Krusha King K.Rool: tanto de pugilista ele volta a usar a coroa, mais tambem ele usa um macacão,usa luvas de boxe gigantes e um par de sapatos rosas com um buraco num dele.


Star Fox
Fox McCloud
Fox McCloud é um personagem da série de jogos Star Fox, da Nintendo. Ele foi criado por Shigeru Miyamoto e desenhado por Takaya Imamura. Como seu próprio nome sugere, ele é uma raposa vermelha e o personagem principal da série.
Fox originalmente pilota sua nave (a nave de Fox se chama Arwing II, pois a Arwing I pertence a Peppy Hare) na maior parte dos jogos, voando e atirando contra seus inimigos. Porém, como em Star Fox 64, também faz o uso do Landmaster que anda sobre a terra e do Blue Marine, e em Star Fox Adventures, anda a pé.
Na versão americana de Star Fox 64, ele é dublado por Mike West. Em ambas as versões japonesas de Star Fox 64 e Super Smash Bros, sua voz foi feita por Shinobu Satouchi (falando em Inglês com um sotaque japonês para a versão americana). Nos diálogos de Super Smash Bros Melle e Star Fox Adventures, ele é dublado por Steve Malpass da Rare. Em Star Fox:Assault e Super Smash Bros Brawl, sua voz foi feita por Jim Walker, na versão americana, e por Kenji Nojima, na versão japonesa.
Portanto...
Bom galera, eu sei que outros grandes personagens desse gênio ficaram fora como, Captain Falcon de F-Zero e o inovador Pikmin, mas como fã que sou seria capaz de falar dos games até mês que vem.
Encerro mais esse post por aqui e em breve estaremos trazendo mais novidades e entreterimento para nós CRAZERS.
Abraços e see ya.


Today's Quote: "Thank you, Mario, but our Princess is on another castle." - Toad - Super Mario Bros
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

And a realm so far away...

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Caros amigos CRAZERS...

Estou aqui para fazer mais um post sobre GAMES (acho que não precisa dizer qu esse será meu principal tema aqui neh) e nosso assunto abordado hoje será a tão fantástica saga de Kingdom Hearts. Nesse post estarei falando sobre os 2 primeiros títulos da saga lançados para PS2 e tambem novidades sobre War of Keyblades ou Keyblade Wars (whatever neh?), que está em produção para PS3. Sem mais delongas...Go Go Go Crazers.

Abaixo abertura de Kingdom Hearts II:



Originalidade


Definitivamente essa foi a aposta da Square-Enix ao idealizar o game, Kingdom Hearts é um crossover de várias criações da Disney dentro de um único universo criado especificamente para a série. Para completar está CRAZY IDEA (tudo a ver conosco XD), a série conta com um elenco de voz all-star que inclui vozes oficiais dos personagens da Disney. Personagens da série Final Fantasy, da Square Enix, também aparecem e interagem com o jogador. Haley Joel Osment (I see dead people) "empresta" sua voz ao protagonista do game, outros personagens marcates nos 2 game tem suas vozes originais casos de Zach Braff ("Chicken Little"), Ming Na ("Mulan") e James Woods (Hades, de "Hércules"). Além disso, os atores Christopher Lee (sim caro David, Gandalf o Branco estava lá), Mena Suvari e Rachael Leigh Cook também dublam no game.

Tudo junto misturado

É assim o enrede de KH, o primeiro game começa em Destiny Islands, onde os amigos Sora,Rikku e Kairi são atacados pelos vilões de KH: os Heartless. Os herois separam se, devido ao rapto de Kairi, ao naufrágio de Sora e ao desaparecimento de Rikku na escuridão. Entretanto, o rei Mickey envia o seu bobo da corte, Pato Donald e o capitão da guarda, Goofy, em busca da "chave", neste caso a keyblade que está na posse de Sora. Juntos eles descobrem que Maleficent, de A Bela Adormecida, está a tentar reunir as Princess of Heart, para conseguir abrir Kingdom Hearts: uma porta de entrada para o coração de todos os mundos. Sora tenta frustar os planos da bruxa e é traido por Rikku, que por sua vez é enganado pelo feiticeiro Ansem. Sora acaba por encontrar o corpo de Kairi, ao qual falta o coração, como o herói que é, Sora dá o seu coração a Kairi, tornando se uma carapaça oca.No climax, Sora derrota Ansem e sela as portas para Kindom Hearts, separando se de Rikku, Kairi e Mickey ufa, é essa salada mesmo mas só jogando pra entender.
Já no segundo game da saga, Sora e seus companheiros foram dormir por cerca de um ano, enquanto Naminé restaura suas memórias. Sora acorda em Twilight Town e depois de ganhar novas roupas e poderes, inicia sua jornada novamente, desavisado dos acontecimentos que se passaram em Chain of Memories. Sora continua sua busca desbloqueando caminhos entre os mundos com sua Keyblade, aprendendo sobre os novos inimigos chamados de Nobodies e lutando contra ambos Nobodies e Heartless, assim como enfrentando os restantes membros da misteriosa Organização XIII (thirteen, sabe igual Blink 182). Enquanto o jogo progride, Sora aprende sobre Roxas e a ligação entre eles. A história começa com o jogador no controle de Roxxas na versão digital de Twilight Town. Roxas tem sonhos recorrentes das primeiras aventuras de Sora, enquanto atividades cada vez mais misteriosas ocorrem em Twilight Town, durante as férias de verão. Após a obtenção da Keyblade para defender-se dos Nobodies, Roxxas entra em contato com um jovem ruivo chamado Axel. Ele parece conhecer Roxxas, mas no entando, não tem lembranças dele, o que inexplicavelmente enfurece Axel. Roxxas finalmente faz o seu caminho para uma mansão abandonada onde uma garota chamada Naminé informa de que ele é um Nobody, embora ele não sabia bem o que é um Nobody naquele momento. Por fim, confrontado por um misterioso homem de manto vermelho chamado DiZ, ele descobre Sora, Donald e Goofy dormindo em cápsulas escondidas no porão da mansão. Roxxas parece se fundir com Sora. Como Sora, Donald e Goofy despertam de seu longo sono de um ano. Jiminy Cricket (sim, O Grilo), que já havia narrado as aventuras do trio, descobre que seu jornal está agora completamente em branco, exceto a nota: "Thank Naminé" (que foi escrita por ele mesmo no final de Chain of Memories, embora ele seja incapaz de lembrar disso).
Após a se encontrarem com Pete, um novo vilão, e falado com Yen Sid, o grupo é informado de que eles devem, mais uma vez visitar muitos mundos para protegê-los de ambos os Heartless e os Nobodies em um tentativa de parar a Organização XIII. No percorrer das suas viagens, em Hollow Bastion batalham com mil Heartless, junto com os amigos moradores de Hollow Bastion.
Depois da batalha, Xemnas, chefe da organização, revela seu objetivo final: usar Sora para destruir muitos Heartless, fazendo com que os corações liberados por eles se juntem e formem Kingdom Hearts, que a Organização XIII pretende usar para ter seus corações de volta. Depois de enfrentar e derrotar mais membros da Organização, Sora vai para o The World that Never Was para acertar as contas com a Organização, e também finalmente se reúne com seus amigos Rikku e Kairi. Sora descobre a verdade sobre Roxxas, sobre ele e Naminé serem Nobodies dele e de Kairi, respectivamente, criados quando Sora e Kairi perderam seus corações no primeiro Kingdom Hearts.
No final, apenas Xemnas resta dos originais treze membros. Sora e Rikku se unem para derrotá-lo, e seu novo Kingdom Hearts está fechado. Sora e os outros são devolvidos ao seu planeta natal, Destiny Islands. Depois dos créditos, Sora, Rikku, Kairi recebem uma carta de King Mickey, sendo o seu conteúdo um mistério.


O que ser uma Key
blade?

Bom, todos que já jogaram o game quando se deparam com a keyblade tem o mesmo pensamento: "Que poh*#$@ é essa", é pra isso que estou aqui caros amigos, definir o que de fato é uma keyblade.
"A Keyblade. Uma arma verdadeiramente maravilhosa… e somente pode ser usada por um guerreiro muito poderoso." - Xemnas.
A arma principal em Kingdom Hearts, a Keyblade, é a única coisa que pode fechar os mundos, prevenindo os Heartless de consumirem o coração do mundo. É uma das poucas armas que pode destruir os Heartless e os Nobodies por completo, mas por causa dela, o seu possuidor (Sora) é constantemente perseguido por eles. Eles são basicamente atraídos pelo coração de Sora, não pela Keyblade, como no caso de Roxxas. Ele por sua vez, como um Nobody de Sora, foi capaz de usar a Keyblade também. É uma espada com formato de chave e possui o poder de abrir qualquer porta ou fechadura.
A origem da Keyblade é um mistério. A lenda da Keyblade se divide em duas vertentes: Uma afirma que a Keyblade criou caos e destruição, enquanto outra diz que ela trouxe a paz e harmonia para o universo. No entanto, essa lenda é envolta em mistérios e pouco se sabe sobre qual parte da lenda é verdadeira.
A Keyblade é uma arma especial, pois ela escolhe seu mestre. Uma vez escolhido, o mestre é a única pessoa capaz de manejá-la. Caso outra pessoa tente fazer o mesmo, a Keyblade irá se teleportar imediatamente para a mão de seu mestre.
Mais tarde, é descoberto que a Keyblade de Sora não é a única existente. O Rei Mickey possui sua própria Keyblade, e Rikku e Roxxas também são mestres da Keyblade. A Kingdom Key (Chave do Reino) é a forma principal da Keyblade do Sora. Pode ser melhorada através de chaveiros, cada qual com a sua aparência e poderes. Durante sua aventura, Sora pode coletar algumas keychains, que alteram o formato da Keyblade e adicionam novos poderes à ela.
Apesar da Keyblade do domínio da luz ter sido transferida de Riku para Sora, Riku continua com uma Keyblade, a Way to the Dawn. Enquanto estava possuído por Ansem, Riku usava uma Keyblade artificial, que em vez de trancar as portas dos mundos, permitia destrancar a escuridão no coração das pessoas. Isso as deixava bem mais poderosas, porém corriam risco quase certo de ser consumido pelas trevas. O Rei Mickey usa a Keyblade que tem as cores inversas da Kingdom Key. A Keyblade do Rei Mickey é a keyblade "do outro lado" da porta, ou seja, é a keyblade do "lado negro", de dentro do coração dos reinos, lugar onde ele se tranca com Rikku no Fim do primeiro jogo da série. Diferente do que parece, essa keyblade não é uma keyblade maligna, ela representa a luz que existe na escuridão que existe no coração dos mundos.
Já Roxxas, é o único a usar duas keyblades ao mesmo tempo (Sora ganha essa habilidade com uma roupa especial, depois de se unir com Roxxas). Estas são a Oathkeeper (uma Keyblade branca) e a outra é a Oblivion (uma Keyblade negra).
Heartless e Nobodies
Basicamente Heartless como o próprio nome diz são criaturas resultantes de uma pessoa que perdeu seu coração. A parte que sobra é tomada pela escuridão, e dessa parte é criada outra criatura o chamada Noboby, a não ser que seu coração seja puro. Os Heartless não tem qualquer identidade própria. Normalmente eles são criados por experiências conduzidas por Ansem ou por algum de seus aprendizes.
A grande maioria das batalhas nos jogos da série envolvem essas criaturas, que existem em um grande variedade de tipos e são destinados a tomar os corações de suas vítimas. Suas vítimas viram Heartless e o coração tomado deixa o Heartless que o tomou mais poderoso. Ao morrer, os corações tomados pelo Heartless alimentam Kingdom Hearts.

Especulações sobre War of Keyblades

O lendário Tetsuya Nomura — o homem por trás de Final Fantasy VII, Parasite Eve e Kingdom Hearts, comentou sobre a possibilidade de uma nova edição da popular franquia de jogos de RPG da Square Enix, Kingdom Hearts. Segundo Nomura, Kingdom Hearts III é uma possibilidade. O criador da série falou:
"Os fãs e os nossos parceiros nos pressionaram muito para que Kingdom Hearts III seja uma realidade, por isso estamos trabalhando muito para que o jogo seja lançado o quanto antes."
Apesar de “confirmar” o desenvolvimento do jogo, Nomura não especificou qual estúdio seria o responsável pela produção — o de Osaka (que trabalhou com Birth by Sleep) ou o de Tóquio (responsável pelo último trabalho de Nomura, Final Fantasy Versus XIII, bem como Kingdom Hearts I e II). Na mesma entrevista Nomura revelou que Birth by Sleep foi concebido como um jogo para o PlayStation 2, entretanto, dois anos após o início da produção a Square Enix enviou o pedido para o desenvolvimento de Chain of Memories. Quanto a data do lançamento nada foi divulgado pelos produtores do game. O que nos resta é esperar e torcer para que chegue logo.

Trailer de Kingdom Hearts III (Ou não):



Bom dear readers see ya.


Today's Quote: "O cão foi quem botou pra nois bebe" - Jeremias - Youtube
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terça-feira, 6 de abril de 2010

"The Legend of..." Chrono Trigger

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Dear Readers,

Eu sou o Ricky e essa é minha estreia aqui no SCW. Tenho algo muito importante pra compartilhar com vocês..."
THE MATRIX WAS ME". Bom brincadeiras a parte vim pra ser mais um nesse bando de loucos, afinal o Corinthians só serviu pra esse trocadilho. Sem mais delongas vamos ao mundo de Chrono Trigger.
Enjoy.


Abaixo abertura da versão pasa psx:



Uma obra que nasceu para brilhar


Desde seu anúncio Chrono Trigger foi aclamado por toda a legião de nintendistas e t
ambem por simpatizantes de outras plataformas, afinal, não é todo dia que formam uma equipe com nomes do quilate de Hironobu Sakaguchi, Yuji Horii, Akira Toriyama, Kazuhiko Aoki e Nobuo Uematsu. Das mentes desses gênios do entreterimento NERD surgiram títulos como Final Fantasy, Dragon Ball, Dr Slump e o brilhante Dragon Quest. Com tantos nomes famosos essa equipe de desenvolvimento foi apelidada DREAM TEAM. O game saiu no Japão em março de 1995 e supriu todas as espectativas criadas sobre ele, com um enredo encantador e inteligente, gráficos muito avançados para os padrões do SNES, um modo de jogo completamente viciante e uma trilha sonora que te prende ao game Chrono Trigger veio para marcar a memória de pimpolhos, pimpolhas e principalmente dos não tão pimpolhos.

Depois do ápice em 1995, a ainda Squaresoft lançou um remake para o PSOne em 1999 e mais recentemente um
a versão para o portátil Nintendo DS em 2008.

Dá pré-história ao fim dos tempos

Quem não passou noites e mais noites em claro jogando aquele cartucho surrado e não conseguia desligar o SNES. Quem misteriosamente ficava doente no dia seguinte e não podia ir para
escola e ficava a tarde toda jogando SNES. E quando ia até a locadora pra devolver a fita, era como se estivessem arrancando um pedaço seu. Pois é, esse é o sentimento que esse game despertou nesse gamers nostálgico que vos fala e em mais uma legião de fãs pelo mundo afora.

A verdade é que os motivos para isso não eram poucos, a começar pela incrível história criada para o game. Baseada em viagens no tempo, o roteiro pode ser considerado como um dos mais completos e profundos já feitos, com uma dose certa de drama, comédia e ficção. A história pode ser resumida da seguinte forma: “Frente aos olhos incrédulos de Crono (isso mesmo, sem o H do título!) e Lucca, um inesperado portal dimensional causa o desaparecimento de uma misteriosa garota durante uma mal-sucedida experiência de teletransporte. Crono decide tomar o mesmo caminho, a fim de localizar e salvar a garota, sendo seguido por Lucca. Logo percebem que o mundo na qual eles agora estão ainda é o mesmo, mas diferente. Não se tratava apenas de um portal dimensional, mas de um portal temporal: eles estão no passado! Assim tem início a maior das aventuras da vida de Crono, onde suas viagens através das eras lhe mostrarão um desesperador futuro de destruição, mas que pode, junto de seus novos amigos, ter sua história reescrita, para o bem da humanidade”. Não é exageiro dizer que um livro de literatura/ficção contando a história de Chrono Trigger seria um grande Best Seller!

Trata-se de uma história maleável, que pode ter até 13 desfechos diferentes (e alguns juram que são mais!), de acordo com suas opções durante o jogo, e isso garante uma vida útil inigualável ao game, pois pode-se terminá-lo e recomeçar um novo jogo sem perda de itens e experiência, em busca de outros finais. Um fator extremamente interessante do game é que muitos de seus atos no passado causam transformações no futuro, como por exemplo, se o jogador optar por não pegar um item em um baú no passado, poderá pegar o mesmo item no futuro só que muito mais poderoso. Todos os personagens do game são extraordinariamente cativantes, possuem personalidade, com papéis de suma importância no desenrolar dos acontecimentos vindouros da aventura, inclusive, interferindo nos diversos finais. Não é sempre que outro personagem, senão o principal, é escolhido como o preferido no game, mas aqui, qualquer um deles pode receber esse título.

“Em um passado há muito esquecido, Lavos veio a Terra. Faminto, trouxe a destruição global separando os continentes, absorveu toda a vida, e depois de saciar sua fome pelo caos, descansou, enterrando-se no mais profundo dos abismos. Agora, Lavos está acordando de seu sono milenar, fortalecendo-se, alimentando-se das profundezas da Terra. Em um futuro próximo, ele sairá dos subterrâneos, e a vida no planeta desaparecerá novamente. Alguém conheceu esse futuro, e conheceu também o passado, e só esse alguém poderá reescrever o trágico final da história da humanidade"

O que parecia apenas um resgate atráves das éras (o que de passagem já não é pouco) na verdade e
ra a única salvação que a Terra poderia ter. E essa salvação foi colocada nas mãos e armas daqueles jovens.



Gráficos: um marco na época!

Detalhados ao extremo, vivos e coloridos, explorando até então, o máximo da capacidade do console. Estas regras se aplicam a todos os ambientes do game, desde florestas e calabouços, às animações dos personagens e inimigos. O cuidado com os mínimos detalhes pode ser percebido em qualquer localidade nas sombras em movimento, nos efeitos de luz e transparência, no genial design dos castelos, cidades, personagens e monstros, que por sinal, possuem uma quantidade enorme de sprites de animação. Na versão para PSO, foram adicionados lindos vídeos em anime feitos pelos estúdios de Akira Toryama, que foram distribuídos pelo game desde sua abertura até seu final de modo a realçar as mais importantes passagens do game.

Isto deu ao jogo um charme todo especial, e como seus gráficos eram bons até mesmo para o padrão PS1 (é verdade, existiam muitos jogos de PS1 considerados BONS que não tinham graficos tão bons quanto Chrono Trigger), as animações o deixaram atualizado para aquela nova geração de consoles, onde o game cativou uma nova geração de fãs que se tornaram sedentos por uma continuação 3D do game, como aconteceu com Final Fantasy VII.

Um ícone dos efeitos sonoros


A trilha son
ora desse game ainda pode ser encontrada, com alguma dificuldade, à venda no Japão ou em importadoras especializadas. Trata-se de um CD “triplo”, que contém todas as maravilhosas melodias presentes no game.

Sabe-se que é costumeira a venda de CD’s contendo as trilhas musicais dos games mais populares no oriente, mas tamanha foi a quantidade de melodias compostas para Chrono Trigger que pela primeira vez era lançado um CD triplo, tratamento diferenciado que nenhum outro game até então havia recebido e que continua raro até hoje. Melodias dignas de prêmios, que agiam aliadas a efeitos sonoros limpos e de altíssima qualidade, conjunto este responsável pela tamanha imersão que o game causa em quem o joga, um trabalho de perfeição quase inatingível.



Sistema de batalha: Completamente Cativante

O sistema de batalhas foi, talvez, o mais inovador e bem sucedido da história dos games. A princípio, via-se o de sempre: batalhas baseadas em turnos, mas bastavam algumas horas de jogo para que se pudesse perceber a maestria com que o mesmo foi elaborado. A possibilidade de ataques combinados entre os personagens com diferentes efeitos abria um leque imenso de estratégias a serem utilizadas contra os inimigos, que não eram vencidos apenas devido ao alto ou baixo nível dos personagens. Era necessário conhecê-los, saber seus ataques e como anulá-los, conhecer suas fraquezas e explorá-las. As batalhas aconteciam sem nenhuma mudança de local ou de plano, e nem era preciso mudá-las, uma vez que os gráficos do game eram perfeitos para a ambientação das mesmas.

Os monstros eram visíveis no mapa, e podia-se desviar deles de modo a não entrar em batalhas desnecessárias, diferentemente dos RPG’s clássicos da época, que seguiam a regra de “batalhas aleatórias a todo momento” que vinham sem aviso prévio, e muitas vezes mais irritavam do que divertiam. A combinação deste fator somado ao inovador sistema de batalha criava uma atmosfera onde era extremamente divertido e desafiador entrar em batalhas e testar suas técnicas e ataques combinados nos variados inimigos do game.


Ambientação e jogabilidade exemplares

Um mapa
enorme, cheio de localidades distintas e extremamente originais. Na verdade, dizer que as localidades são originais é pouco para Chrono Trigger: elas foram cuidadosamente elaboradas e desenhadas para retratar com perfeição as diversas passagens temporais que o game possui. É possível visitar a mesma localidade em um tempo passado ou futuro, e ver as mudanças ambientais que elas sofrem, e isso torna o mapa completo do game extremamente grande! Era algo parecido com o que ja se havia visto em The Legend of Zelda: A Link to the Past, lançado bastante tempo antes, e que serviu de idéia base para a elaboração das viagens temporais, que são o elemento chave de Chrono Trigger.

A arquit
etura dos castelos, calabouços, florestas e afins foram feitos também com o intuito de o jogador manter um bom nível de interação com os mesmos, de modo a resolver quebra-cabeças e desafios que tornavam a aventura muito mais atraente, e fugiam um pouco do padrão “apenas lute e assista a história” que muitos RPG’s da época adotavam, mas que definitivamente não agradava a todos.

Memorável


Sim, sem dúvida, Chrono Trigger é um game que
atingiu a perfeição em todos os sentidos. Seu sucessor Chrono Cross, que é um excelente game de qualidade ímpar, desenvolvido também pela Square, não obteve nem a décima parte do sucesso atribuído ao primeiro, e não poderia ser diferente, pois o talento da equipe original de produção, seus designers, seus compositores, completaram-se de uma maneira única, que jamais poderia ser superada.

Pode-se dizer que este foi um marco na história dos rpg’s, uma verdadeira evolução no gênero. Um local maravilhoso, criado para divertir, entreter e emocionar jogadores de todo o mundo, um dos melhores games da história!

Digo sem hesitação, que por sua qualidade sem igual, as aventuras de Crono e seus amigos são inesquecíveis para quem já as conhece, e sempre serão lembradas e relembradas através dos anos, para que as futuras gerações saibam que ainda vive na lembrança dos mais velhos, um maravilhoso mundo, em um certo game já pouco antigo, mas de nome inesquecível, de nome Chrono Trigger.

Um dos 13 finais para psx...The Grand Flow of Time



Alias meu irmão de SCW BarrosoPC, tão fã do game quanto eu...Topa matar a Yakra no X Strike?




Valeu Crazers e até a próxima.


Today's Quote: "Follow the white rabbit!" - Morpheus - The Matrix
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O que esperar dos games em 2010 - Parte 1

1 comentários

Hola!
Namastê, nerds!

Hoje você vai ler a primeira parte de um preview "à la" estagiário sobre o que vamos ver/jogar em games nesse ano que se iniciou. Os games abaixo não seguem nenhum tipo de ordem, nem alfabética, nem por lançamento, mas sim ao meu gosto.

Ace Combat: Joint Assault

Plataforma: PSP
Lançamento previsto: A ser anunciado este ano












Ace
Combat: Joint Assault será o 2º game da franquia de jogos de navezinha para
PSP. Contará com mais de 40 aeronaves, melhores gráficos, cenários reais como Tóquio, São Francisco e Londres. O game terá modo Co-op, podendo fazer missões em até 4 amigos (ou não, pois o jogo também tem um modo de batalha).


Dante´s Inferno

Plataforma: PC, PS3, Xbox 360, PSP
Lançamento previsto: 9 de Fevereiro












O jogo é baseado na literatura de "
A divina comédia" e na mitologia cristã. O jogador assume o papel de Dante durante uma jornada pelas nove divisões do inferno. Para derrotar seus inimigos, Dante conta com uma foice especial, que foi roubada da própria Morte após um combate sangrento.
Enfim, o game é quase uma cópia de God of War, não pela história, mas pela mecânica do jogo e o principal atrativo, violência (hummm matar).

Final Fantasy XIII

Plataforma: PS3, Xbox 360
Lançamento previsto: 15 de janeiro (já foi laçado no japão)











A história de Final Fantasy XIII gira em torno dos fal'Cie, seres criados a partir de cristais. Pessoas que são marcadas pelos fal'Cie para grandes fins são chamados de L'Cie. Cada L'Cie tem uma missão, uma meta que o fal'Cie quer que ele ou ela cumpra dentro de um determinado período de tempo.
Lightning é a protagonista do jogo. FFXIII aparentemente será o mais futurístico da série.


Final Fantasy XIV

Plataforma: PS3
Lançamento previsto: A ser anunciado este ano














O jogo, que já está em fase final de produção, será um MMORPG, e poderá ser jogado em quatro línguas, em um servidor global. Exclusividade para PS3. Promete superar o fracasso de Final Fantasy XI.

God of War III

Plataforma: PS3
Lançamento previsto: Março deste ano













Sangue, Sangue, Sangue...
O grandalhão de tanguinha volta no 3º jogo da franquia e continua com a mesma matança de sempre. O jogo promete muita violência, uma melhora na jogabilidade, nos gráficos (por ser no PS3 desta vez), e mais armas.


Bom, pessoal por hoje é só.... Logo logo tem a parte 2!

Todays Quote: "Senhor, Onde é a estação 9 3/4?" - Harry Potter e a pedra filosofal
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